rádio... rádio... rádio...

Domingo, dia 20 de junho de 2010.
Postado por Bibiana de Paula Friderichs às 22:08


Existe gente superhiper de olho no rádio! Parabéns!

Divulgação:



Já está disponível o e-book E o rádio?, que reúne textos dos integrantes do Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. O livro, lançado pela Editora da PUCRS, pode ser acessado no link http://www.pucrs. br/edipucrs/ eoradio.pdf. Mais dados a respeito no relise em anexo, que está em versões Word 97/2003 e em .pdf.

Luciano Klöckner
(51) 9285-0226
Luiz Artur Ferraretto
(51) 9999-1865
Organizadores da obra

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a pintura em quadrinhos

Quarta-feira, dia 09 de junho de 2010.
Postado por Bibiana de Paula Friderichs às 11:40

Van Gogh é meu favorito. Suas cores e suas pinceladas são insensas... cheias de rastros. Sua história também.

Viva o Dóro e o Scliar pela referência!

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ler de cabeça erguida: um textinho sobre os direitos do sentido

Terça-feira, dia 08 de junho de 2010.
Postado por Bibiana de Paula Friderichs às 21:21

“Nunca lhe aconteceu, ao ler um livro, interromper com freqüência a leitura, não por desinteresse, mas, ao contrário, por afluxo de idéias, excitações, associações? Numa palavra, nunca lhe aconteceu ler levantando a cabeça?” Com este trecho de escritura Roland Barthes (1988, pg.40) aciona, no ensaio Escrever a leitura, uma trama de perspectivas inquietantes acerca dos descaminhos do texto. Mais do que isso, debruçado sobre as relações do sujeito leitor com a narrativa pela qual é atravessado, o autor problematiza a possibilidade de estabelecermos, dentre as inúmeras discussões pertinentes ao tema, uma Teoria da Leitura.

Semiólogo, ele acredita que ler é também escrever, uma vez que diante dos significantes oferecidos à fruição durante a leitura, é o leitor quem produz em si, concomitantemente, outro texto, cuja lógica é associativa. Na contramão dos pressupostos herdados pela retórica clássica e recusando a insistência em cooptar à leitura as regras de composição, que de modo geral constrangem o leitor a um sentido único – àquele mobilizado pelas pulsões do autor –, Barthes (1988) defende que o processo de leitura tem uma energia digressiva.

Não se trata de negligenciar a força do escritor na teia do texto, mas de reconhecer que á esta lógica dedutiva, onde estão implicados os elementos de determinação e limites disponibilizados por ele, entremeia-se a lógica do signo: a cada frase com a qual nos deparamos no texto, a cada grupo de significantes disponíveis para leitura, acordamos em nós outras idéias e/ou imagens que vão tecendo uma narrativa nova e singular. Por isso dizemos que é o leitor quem significa o texto enquanto lê, e por isso dizemos que ao ler sempre escrevemos, mesmo que seja em nós.

da necessidade de falar sobre coisas importantes

Quinta-feira, dia 07 de agosto de 2009.
Postado por Bibiana de Paula Friderichs às 15:21.

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Toda vez que vou escrever para o meu blog, fico pensando em assuntos supostamente relevantes (ou seria melhor dizer politicamente corretos?!) sobre os quais deveria (será?!) refletir e escrever, como por exemplo as questões referentes o surto da gripe A (não acho exagero tomar cuidado!), e a cobertura da imprensa, ou a briga entre os senadores e o Sarney, ou a investigação contra a governadora do estado, ou a fusão de grandes empresas no universo digital ou... blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá.
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Mas o que fazer se não tenho vontade nenhuma de falar sobre essas coisas?

Quero falar de amenidades (mesmo que muita gente ache que isso não tem nada a ver comigo). Quero falar sobre o ótimo livro que estou lendo agora (Travessuras de menina má, de Mário Vargas Llosa), sobre a minha impaciência com as coisas do doutorado, sobre a preguiça que tenho em preparar meu cronograma para este semestre, sobre a saudade que sinto da minha Rata do Banhado (afilhada), sobre a Skamaleões (banda de ska/hardcore do Diego), sobre o apartamento que estamos querendo comprar, sobre a infinita importância de ganhar colo dos meus pais de vez enquando... enfim, sobre as coisas que mobilizam o meu dia-a-dia.

Acho que é porque às vezes fico sem paciência para a esfera pública. Ou porque de tempos em tempos fico um pouco egoístas e alienada. Ou porque as notícias DO jornal parecem apenas notícias DE jornal, sem conexão imediata com vida dos leitores. Ou porque às vezes, fazem um jornalismo roto e as conexões se perdem em meio ao formalismo... ah, mas também não quero falar disso, pura teoria ... risos
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Bom dia de chuva para vcs !

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sons

Quinta-feira, dia 21 de julho de 2009.
Postado por Bibiana de Paula Friderichs às 14:53.
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Em frações de segundo, o ouvinte provocado tende a completar o espaço vazio com suas imagens interiores ou a sensação de escuro com cores mais amenas... Enfim, o ouvinte tocado pelo rádio, emocionado pelo discurso poético: um indivíduo simultaneamente paralisado e provocado à reação (O’SAGAE, 1998, p.5).
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Durante o primeiro semestre de 2009, convidei meus alunos de Produção Cênica para brincar um pouco com a linguagem sonora. A idéia foi inspirada pela experiência dos suecos, chamada texto-som:
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Escute
Glutonaria aqui
Medo aqui
Civil War aqui
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Infelizmente, em conseqüência da falta de prática, alguns grupos esqueceram a ficha técnica. Segue abaixo o nome dos alunos envolvidos:

Ana Cláudia Marques, Camila Noronha Paz, Cristina Pavin Escobar, Deivid Soares Da Cunha, Elaine Bussolotto Piva, Elenice Deon, Eliana Rodrigues Leite, Evandro Luis Bonamigo, Felipe Da Rosa Lemos, Fernanda Taís Rinaldi Nunes, Francibelin Fernandes Do Carmo, Franciele Colossi Schambeck, Franciele Maríndia Lopes, Gloria De Fátima Godoy Fauth, Marta Borges De Oliveira, Nathalia Wohlmeister Brasil, Oteniel De Souza Campos, Zulaine Policeno Rossi.
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    "ao reescrever o que dissemos, protegemo-nos, vigiamo-nos, riscamos as nossas parvoíces, as nossas suficiências (ou insuficiências), as hesitações, as ignorâncias, as complacências; [...] a palavra é perigosa porque é imediata e não volta atrás; já a scriptação tem tempo à sua frente, tem esse tempo próprio que é necessário para a língua dar sete voltas na boca; ao escrever o que dissemos perdemos (ou guardamos) tudo o que separa a histeria da paranóia" (BARTHES, 1981, p.10).

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quem é a garota da vitrine?

Minha foto
Sou formada em Radialismo e Jornalismo pela Universidade de Passo Fundo e desde 2004 atuo como professora dos cursos de Comunicação Social na mesma instituição. Ainda na UPF, fiz especialização em Leitura e Animação Cultural, e recentemente concluí o doutorado pela PUCRS. Sempre trabalhei com o universo radiofônico, pelo qual sou apaixonada. Gosto particularmente das suas aproximações com a arte. Minhas últimas descobertas de pesquisa rondam em torno da produção de sentido (em nível verbal e não-verbal) sob a perspectiva semiológica.

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pelo caminho...

pelo caminho...
lendo... só lendo e imaginando uma história da nossa suposta história...

O museu é virar a gente de ponta cabeça. Tem versão digital ao clicar na imagem.

da era do pós-humano.

de Brenda Rickman Vantrease, sobre os poderes que se interdizem desde o início dos tempos.

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o que são scriptografias e outras escrivinhações?

O título deste blog foi inspirado nas observações feitas por Roland Barthes a cerca do processo de produção e significação dos textos que circulam pela prática social. Ele fala em scriptação, escrita, escritor e escrevente. No entanto, o nome scriptografias e outras escrivinhações, não passa de uma "licença" poética, por assim dizer, com o objetivo de nominar um espaço de livre expressão, em formatos e temas que fazem parte do meu cotidiano, assim como do cotidiano de quem por aqui passar.
    hola !



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